26/02/2013 • Eduardo Falcão • Crie seu Carro, Novidades

Vem novidades por aí… Como o resultado da enquete mostrou que o pessoal gosta de carros mais modernos (embora a votação tenha sido bem apertada) estamos finalizando o Punto.

Crie seu Punto

O leiaute também mudou, ficou mais sóbrio, aumentamos a área do carro, o fundo agora é sem gradientes para facilitar o corte para outras edições. Gostou? Comente! Compartilhe! Curta!

24/02/2013 • Eduardo Falcão • Vídeos

Este comercial veiculado nos anos 90 retrata uma visão da Fiat sobre o futuro dos carros populares. Será que eles acertaram? Você acha que o Mille é o “novo Fusca”?

20/02/2013 • Eduardo Falcão • Materias

Vamos falar hoje alguns modelos bem raros do Chevette, um carro que entrou no mercado nacional a partir da crise mundial do petróleo como uma alternativa mais econômica, visto que nosso mercado era recheado de carros com motores de oito e seis cilindros, como Galaxie, Landau, Maverick, Opala, entre outros.

Tive a oportunidade de dirigir alguns Chevettes na minha adolescência, entre eles um 1981 a álcool que era de um amigo da família. O carro era bem diferente do Fusca 1300L 1978 que eu dirigia do meu saudoso pai. Forte, grande e confortável, o carro era bem disposto, freava muito bem e enrolava mais que qualquer carro que eu já tinha dirigido, só não pegava muito bem de manhã por ser a álcool.

 

Chevette País Tropical (1976)

O Chevette País Tropcial foi uma série especial lançada em 1976. Disponível apenas em duas cores (Bege com rodas marrons ou Marrom com as rodas bege). Se diferenciava ainda por ter uma faixa lateral na altura do vinco inferior da lateral. Rodas de 6 polegadas com desenho de ventilação redondos, pintadas sempre na cor inversa à carroceria do carro. Vinha de série com rádio toca-fitas da Sharp. O conjunto estético fechava com uso de retrovisor esportivo, apenas do lado do motorista.

 

Chevette GP (1976)

A primeira tentativa de lançar um carro nacional esportivo resultou no Chevette GP. A sigla significa “Grand Prix”. O modelo foi apresentado na época como o “carro oficial do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1″. A “esportividade” era limitada à questão estética, pintura diferenciada, faixas de identificação em preto fosco, retrovisor esportivo do lado do motorista, rodas de 6 polegadas. Internamente apenas o volante era modificado, com um diâmetro menor. Os faróis de milha eram opcionais.

 

Chevette GPII (1977)

O modelo anterior não agradou muito, principalmente pelo seu custo. A nova versão veio com alguns itens diferenciados como novo modelo de roda com tala de 5,5 polegadas e uso de pneus radiais, opcionalmente poderiam ser instalados os sobre-aros de alumínio. No painel foram incorporados conta-giros e relógio além de voltímetro, vacuômetro e termômetro de água. A mudança mais significativa se deu na possibilidade de utilização de um motor mais potente com 72 cv que rodava apenas com gasolina azul.

 

Chevette GP (1978)

Em 1978 a versão esportiva voltou a se chamar apenas GP. Novos capô, pára-lamas, painel dianteiro, grade e aros dos faróis. O GP 1978 tinha os faróis auxiliares embutidos nas grades, agora separadas, e o capô, assim como a parte superior dos pára-lamas dianteiros, eram pintadas de preto. Os espelhos retrovisores, tipo concha, passaram a ser pintados na cor da carroceria e o volante foi alterado. Acolchoado, como no restante da linha, o volante do GP agora possuia 4 raios.

 

Chevette Jeans (1979)

O Chevette Jeans surgiu de uma tentativa da GM de associar o modelo ao público jovem, utilizando apelos e valores culturais da época. Mas falando do carro, a única diferença mesmo nesta versão foi a adoção do brim azul no revestimento dos bancos e laterais das portas e um adesivo colado à lataria com a inscrição do modelo. Todos saíram na cor prata. No resto, era o mesmo Chevette de sempre, sem mais modificações.

 

Chevette S/R (1981)

O Chevette S/R trazia uma grande novidade além da pintura especial degradê: o novo motor 1.6 a gasolina que tinha mais potência e um comportamento mais arisco que o velho motor 1.4. Oferecido apenas na versão hatch, tinha aerofólio traseiro, conta giros, amperímetro, vacuômetro, relógio de horas e temperatura, faróis de milha embutidos no spoiler e rodas de liga leve.

 

Chevette Ouro Preto (1982)

A versão especial Ouro Preto saiu com duas opções de cores, carroceria dourada com faixas pretas, ou preto com faixas douradas. Em ambas as cores as rodas vinham pintadas da cor dourada e já saiam de série com retrovisores nos dois lados. Por dentro ele vinha com bancos reclináveis de encosto alto, volante esportivo, conta-giros e vacuômetro, console com medidor de combustível, medidor de temperatura, voltímetro e relógio de horas herdados do Chevette S/R. O motor era o mesmo 1.6 do restante da linha.

 

Destes modelos acima o “País Tropical” é sem dúvida o mais difícil de ser ver ainda hoje, os GPs são encontrados mais facilmente. Mas de todos eles o que mais me agrada é o Chevette S/R, esportivo com tração traseira, ideal para dar  “borrachão” (hoje conhecido como burnout).